sexta-feira, 27 de dezembro de 2019

VAI SER ASSIM, TOTALMENTE DIFERENTE




O ambiente típico das festas de final de ano tem uma TV ligada. São eventos ditos “coletivos”, sociais, muita gente reunida, literalmente, esperando o tempo passar. No resto do ano isso pode significar preguiça, algum tédio. Mas, se o tempo que vai passar acaba no Natal ou num ano novo, o sinal se inverte, fica todo mundo alucinado.

Num caso a parte, em que a pessoa fica sozinha, por força de algum trabalho ou compromisso, entra em cena o computador. Na modalidade smartphone ou notebook, um computador desses representa um certo isolamento daquele ambiente físico, te leva pra bem longe.

Seja lá qual for a razão dessas preferências, tecnicamente elas não se explicam mais. A imensa maioria dos televisores vendidos hoje é smart, tem computador integrado, permite navegação na Internet. Computadores de todo tipo encontram alternativas para acessar canais de TV. A diferença é no tamanho da tela. A concorrência fica entre os fabricantes de hardware. E para quem produz o conteúdo, toda tela é tela, tem de ser conquistada.

O streaming, que chegou até pelo box do videogame, foi um dos principais atores dessa hibridação. Surgiram os aplicativos de emissoras. E a coisa foi parar na justiça, subiu de novo para o Congresso. Sob muitos aplausos, e algumas vaias, o caminho é em direção à integração mais transparente possível entre o broadcast e o broadband, no popular, entre a TV e a banda larga. Quem fica ali pelo meio, como TVs por assinatura, está vaiando. Elas vendiam os diferenciais que melhoravam muito a experiência de ver TV: muito mais canais, melhor qualidade de som e imagem, conteúdos exclusivos. Nada que hoje não se possa obter de maneira mais simples e barata.

O que se pode supor, por enquanto, dessa trama imprevisível é que 2020 vai ser o ano da TV 2.5, a DTVPLAY. Ela deve ser a resposta tecnológica para aquilo que deve ser a solução mais aguardada no setor: a maior aproximação possível entre produtores de conteúdo e público, com se diz na roça, direto do produtor para o consumidor, sem atravessadores. A Globo, que já domina essa tecnologia, e ainda não conseguiu decolar com o Globo Play, tem tudo para apostar na DTVPLAY.

Os reguladores vão ter que aceitar a redução do papel deles no mundo da tecnologia de consumo. Nada de tentar produzir uma lei exemplar, “modelo no mundo todo”, como tentaram no SeAC. Em poucos anos se tornou uma dor de cabeça para o judiciário. A lei, sim, foi muito bem feita. Mas, para um mundo que deixou de existir em poucos anos. Na próxima semana pode aparecer um outro modelo de negócio tecnológico que vai mudar tudo de novo. Não dá para criar leis sobre o imprevisível, muito menos limitar o imprevisível às leis vigentes.

São vários os imbróglios criados por causa da regulação no audiovisual. Por exemplo, na briga entre a Fox e a Claro. A Fox+ disponibilizou a programação linear diretamente para o assinante, via streaming, sem passar por operadora de TV. A Claro, que também é dona da Net, reclamou do by-pass na Anatel: “se é assim, a Fox que se enquadre na lei do SeAC.” A Anatel achou justo e mandou a Fox tirar o canal linear do streaming. A briga está nos tribunais.

As grandes ligas esportivas, que arrastam centenas de milhões de clientes para operadoras e emissoras, estão criando serviços próprios de streaming. Tudo via Internet, mas para exibir preferencialmente numa grande tela, ou seja, num televisor. Tecnologias de imagem como 4K e HDR, ou som imersivo tipo MPEG-H, não dependem mais de cabo para chegar ao público. O que de mais importante essas operadoras de TV podem oferecer nesse novo contexto são a banda larga e o cadastro de clientes, com respectivos hábitos. 

Voltando à “integração transparente”, a ideia é que o consumidor simplesmente assista à TV. Ele não vai perceber se o sinal vem da Internet ou da radiofrequência comum (antena). A TV 2.5 tem uma certa “inteligência”, que vai apresentar na tela algumas opções. Depois de avaliar a capacidade da conexão e de processamento instalados e a qualidade do sinal que está chegando, pode aparecer uma caixa de diálogo: “Quer assistir à novela em 4K?” A radiofrequência comum ainda não comporta essa qualidade, mas se a conexão de Internet for suficiente, o próprio sistema oferece o streaming, sem que ninguém precise procurar a opção. Ou ainda, no meio da programação, vem o aviso de que vai começar determinado jogo, que está incluído no seu pacote. “Deseja assistir?” E o mais importante para os exibidores, os anúncios vão acompanhar cada telespectador. O sistema permite personalizar os anúncios exibidos, de acordo com as informações de hábitos de cada cliente. É aí que o caixa fica cheio.

A conclusão é de que ninguém sabe o que vai acontecer, mas já sabemos muitas das coisas que podem acontecer. Se continuar assim, tudo vai ser muito diferente, sempre, sempre.

sexta-feira, 20 de dezembro de 2019

SABER É PRECISO, NAVEGAR, NEM TANTO




Você só vai ter certeza de que aprendeu determinada coisa quando, inesperadamente, aparece um problema relacionado àquela coisa, e você resolve. Até que isso aconteça, aprender é um verbo suposto, composto de mais uma palavra, o verbo “acho”. Ô diacho, aprendeu ou acha-que-aprendeu!?

Aprender, aliás, é o “Santo Graal” desse nosso tempo. A gente nem percebe, mas desde lá de cima, entre os poderosos, só se busca aprender: como prever as variações nas bolsas de valores, como baixar a inflação e os juros, aprender como gerar mais empregos, curar doenças, aprender tudo que precisa para o vestibular, tudo que vai cair num concurso público.

É aí mesmo onde começa uma história muito especial. Tão especial que começa com especialistas, tentando criar a técnica ideal para que cada um aprenda o que quiser, o que precisar. A meta: aprovação em concursos públicos.

Atenção para a extensão desse desafio! A decretação de todas as prisões, das solturas, as dívidas que precisam ser pagas, as que não são devidas, tudo é decidido por pessoas que foram aprovadas em concursos públicos. Toda a arrecadação do Brasil, dos estados e das cidades, tudo que um governo qualquer paga ou cobra, tudo acontece pelas mãos de concursados. Policiais de todos os níveis, diplomatas que defendem os interesses nacionais pelo mundo, todos e todas, passaram por concursos públicos.

Nem sempre os preparadores enxergam as coisas assim, mas todas essas responsabilidades estão ligadas ao aprendizado para enfrentar um concurso público. São importantíssimas, não só pela ética, mas também porque concurso público é feito, exatamente, para revelar quem tem condições de assumir tais responsabilidades.

Foram anos e anos de estudos dos especialistas, sempre testando cada técnica, aperfeiçoando, descontinuando, mudando. Tudo para criar mais do melhor. A inovação trouxe, como uma das bases do método de ensino desenvolvido, a UMA – Unidade Mínima de Aprendizado. Pense bem, quem não sabe assentar muito bem um tijolo, nunca vai construir uma boa casa. Assim, em cada aprendizado (de verdade, sem “acho”) são identificadas as bases fundamentais daquele conhecimento. É esse conjunto de pequenas e simples frações do saber, que vai edificar o mais complexo aprendizado. É isso que se transforma na mais perfeita aula de dez minutos de duração. Sim, muito bem pensada, direta e objetiva, sem chance de errar, sem nada para confundir.

A UMA é só uma parte da base do sistema. Tem técnicas específicas para selecionar todas as UMAs para cada curso, de cada concurso. Tem contatos presenciais, fixação de conceitos, técnicas de associação de conteúdos. Depois vem toda a parte do aluno. Cada um é previamente avaliado pelos especialistas, por psicólogo e médico. São orientados como estudar, como aprender, com o menor desgaste físico, mental e emocional. Ao longo do curso, mais avaliações, do psicólogo, do médico e agora, também de conhecimento. Não para por aí. O método TutorPlan, oferecido pela LOGGA, tem uma estrutura muito sólida.

A essa altura, você deve estar perguntando: onde fica, como precisa ser o lugar para que tudo isso aconteça, para que o acompanhamento de cada um seja tão completo? Esse foi um detalhe muito pesquisado pelos especialistas para o desenvolvimento do método. E o ambiente ideal para que tudo isso aconteça foi a EiTV CLOUD.

É uma plataforma digital, totalmente automatizada, que encaixa perfeitamente a disponibilidade de tempo de cada aluno ao atendimento integral que o método oferece. Cada aluno baixa o aplicativo LOGGA no smartphone ou no computador e começa a receber toda a orientação. Passa pelas avaliações, recebe as aulas em vídeo (UMAs), roteiros de estudos, solicita os contatos presenciais com os professores. Responde questionários, tudo com tempo controlado pelo sistema. Enquanto isso, professores e outros especialistas recebem relatórios precisos, acompanham o desempenho de cada um, fazem contatos pessoais, dão dicas. O sistema controla tudo que acontece, tanto do lado do aluno, como do lado do professor. E até recebe pagamentos, sem necessariamente imprimir boletos.

O aplicativo foi estruturado a partir da seleção de várias ferramentas que a EiTV CLOUD já tem prontas, para atender as mais diversas necessidades. Outras ferramentas foram desenvolvidas ao lado do cliente. A EiTV CLOUD “transporta” qualquer ambiente físico para envolver o aluno onde ele estiver. Pode ser na fila do banco, no ônibus, em casa, na pausa do trabalho, no avião. É lá que vai chegar a sala de aula, o laboratório, o professor, o aprendizado seguro.

A EiTV CLOUD é o ambiente digital ideal para treinamentos, seminários e muitos eventos educacionais e motivacionais. As ferramentas são todas personalizadas, com a marca e o layout que o cliente determinar. Conta com toda a assistência técnica, toda a infraestrutura é própria e o cliente só paga pelos bytes armazenados na nuvem. É um espaço aberto para a sua criatividade produzir seu melhor ambiente de negócios.

sexta-feira, 13 de dezembro de 2019

UMA FÁBULA FINANCEIRA DA GESTÃO PÚBLICA





Essa é a história de mais um bilhão de reais vagando na administração pública brasileira. Neste caso, não tem nada a ver com corrupção, com sumiço de dinheiro público. Muito pelo contrário, trata-se de dinheiro disponível para ser aplicado, que ainda não pode ser tocado por questões burocráticas ou falta de projetos.

Pois é, há muitos bilhões de reais abandonados pela gestão pública. A maioria deles já são adolescentes, estão há 10 ou 15 anos jogados numa conta pública qualquer. Eles estão com medo, porque já viram muitos outros bilhões amiguinhos serem roubados. Outros, foram doados a estranhos, sem nenhum critério. O pior, para esses inocentes bilhões, é saber que, se algo de errado acontecer com eles, vão acabar nas manchetes dos jornais. E, mesmo lavados, ficarão conhecidos como dinheiro sujo.

O bilhão de reais dessa história está na conta do Gired – Grupo de Implantação da TV Digital. Ele e seus outros dois irmãozinhos, nascidos na mesma conta, já foram chamados de fracos, disseram por aí que eles não serviriam para nada. Os dois primeiros foram suficientes para dar conta da missão e agora, este último bilhão está ali, perdido sem saber o quê fazer.

A imagem de fábula é bem adequada para um país que tem, por exemplo, milhões de servidores públicos com salários atrasados e bilhões em dinheiro parados, sem uso. O Gired surgiu de uma inteligente “engenharia contábil” prevista no leilão da banda de 700 MHz, ocorrido em 2014. O objetivo era ter faixas de frequência para o 4G. Como as empresas de telefonia pediram o adiantamento do leilão, o governo disse que elas teriam de bancar o custo da “limpeza” daquela banda, que era ocupada por centenas de canais de TV analógica Brasil afora. A cada lote de frequências arrematado no leilão, a vencedora deveria destinar um dinheiro ao Gired, que ao final somou R$ 3,6 bilhões.

O custo dessa limpeza, na prática, seguiria para a compensações sociais que o governo precisaria fazer, já que a TV aberta é considerada estratégica para as comunicações sociais no Brasil. O dinheiro foi usado para comprar conversores digitais para a população carente, reembolsar emissoras digitais que tiveram que mudar de frequência, orientar a população sobre as mudanças, dentre outras providências. Foi feito tudo que era possível e sobrou o tal bilhão de reais.

Numa reunião do Gired, na semana passada, ficou decidido que o dinheiro vai ser usado para digitalizar o sinal de emissoras de prefeituras e para implantação de redes de fibras óticas na Amazônia.

Essas decisões são emblemáticas. Alguém seria capaz de dizer não às democráticas (?) TVs municipais, ou negar Internet para a Amazônia? Claro que não! Mais do que politicamente correto, é politicamente estético. Quem for contra vai ser taxado como um monstro desalmado. Mesmo sabendo que esses temas são, na verdade, um abracadraba para abrir as portas para muitas mãos avançarem contra o inocente bilhãozinho.

Mais uma vez, a ameaça não é corrupção ou roubo de dinheiro. É má gestão. É dinheiro destinado para projetos inexistentes, sequer esboçados. Daí que várias emissoras municipais possivelmente terão equipamentos superdimensionados. Outras, vão ficar sem. Aventureiros vão inventar projetos para Internet dos peixes, que querem protestar contra a poluição na Amazônia (se até as “coisas” têm Internet, por que não os peixes?).

Já se falou num cabo subaquático sob o leito de grandes rios da Amazônia. A ideia é bem aceita, mas há muitas dificuldades a serem vencidas. Não se sabe como ficaria o cabo sob as águas muito agitadas dos rios – diferentemente dos mares – e nem como seriam puxados os backbones para distribuição do sinal. Até a logística na selva é imprevisível. O tal bilhão, afinal, seria suficiente?

Será que, para a tal decisão, o Gired tem a relação das emissoras municipais que serão atendidas e o quanto vai ser necessário para cada uma delas? Alguém tem os critérios para determinar o que pode ser considerado um “projeto de fibras óticas para a Amazônia”? Mas ai de quem criticar a decisão: “-derrotista, tecnocrata, bitolado”.

A propósito, o dinheiro foi destinado ao Gired antes de saberem os problemas que teriam pela frente. Era para comprarem conversores para 14 milhões de famílias atendidas pelo Bolsa Família em todo o Brasil. Até que descobriram que em muitos dos nossos rincões, emissoras comerciais funcionam precariamente, não têm dinheiro para retransmissores e nem condições de acesso a várias torres. Faltam até profissionais para implantar e dar assistência técnica aos novos equipamentos. Por isso mudaram tudo e sobrou esse bilhão na conta.

Nas palavras do sábio Sêneca, o vento nunca sopra a favor de quem não sabe para onde vai. Assim como o vento, bilhões também nunca são suficientes para qualquer gestão sem projetos bem definidos.

sexta-feira, 6 de dezembro de 2019

AS VÁRIAS FACES DA TECNOLOGIA DE CONSUMO





Lá na frente o Consultor, com os olhos arregalados, os dois braços unidos na frente do peito, flexionados como quem malha o bíceps; em cada uma das mãos, as pontas dos dedos estão unidas; o tom de voz está alterado e ele fala sílaba por sílaba: “-Imagine você indo para a sua casa e, antes que você chegue, as luzes da frente e dos cômodos da entrada se acendem; o ar condicionado liga na temperatura da sua preferência e o boyler começa a esquentar a água para o seu banho. Imagine só! Isso é o máximo!”

Você até franze a testa para não deixar o cara sem jeito, mas por dentro está pensando: “-Grande coisa! Eu não sou tão preguiçoso assim.” Naquele ambiente sério, na sala de reuniões da empresa, rola até uma piadinha na sua cabeça: “-Na casa do Tony, o Ricardão já pula pela janela. Kkkkkk.” Mas, se você trabalha com hotelaria, isso vai representar uma grande reflexão para o dia seguinte.

Hotel é o lugar onde precisa ter tudo de bom que existe na sua casa e na casa dos seus amigos cheios da grana. Tem que ter ainda o conforto dos personagens ricos das séries e novelas, e mais um pouco ainda. Afinal, é para o hotel que nos mandam, quando precisam tirar a gente do conforto do lar. Tem quem goste, mas uma parcela significativa odeia. Mesmo quando a viagem é de férias, quando um cunhado fez a cabeça da irmã – sua esposa – para reunir a família no fim de ano. No pacote, o destino que ele sonhou, mas vai rachar a conta com você.

Como faz muito tempo que o setor hoteleiro entendeu isso e investiu muito, para a maioria das pessoas, hotel é tudo de bom. Como tecnologia, que também é tudo de bom. Mesmo quando a tecnologia inventa um Airbnb da vida. As grandes redes sabem que precisam oferecer algo mais do que a concorrência, tanto dentro do setor hoteleiro, como fora dele. Em recente publicação, o site ComputerWorld conversou com especialistas de grandes redes hoteleiras sobre algumas tendências tecnológicas para os hotéis. Entre os cases estão marcas como Hilton, Marriot, Ruby Collection, Starwoods.

As mudanças começam do começo. O check in não precisa mais acontecer naqueles enormes lobbies, sobre balcões charmosos de madeira ou mármore. São feitos em quiosques, pelos próprios hóspedes, como nos aeroportos. Os aposentos disponíveis podem ser escolhidos na tela. No Hilton, por exemplo, o check in pode ser pelo smartphone e o hóspede pode personalizar sua estadia, escolhendo as comodidades de sua preferência. Também em outras redes, nas unidades de alguns países, a bagagem é transportada por um robô. Que não fica esperando sua gorjeta na porta.

Acesso ao elevador já acontece por reconhecimento facial e a porta do apartamento abre pelo sinal do celular, quando você se aproxima. A temperatura e as luzes do ambiente, você também já escolheu no check in.

Muito bem, você já está dentro do quarto e os comandos acontecem por um toque num tablet ou até por voz. Tem comando para abrir ou fechar a cortina, ligar a TV, pedir informações sobre a academia ou cozinha. Se quiser uma toalha extra, por exemplo, o robô volta para traze-la. E pensar que algum dia você se sentiu escravo da tecnologia porque não conseguia ficar sem o controle remoto da TV...

Ah, a conexão, mais uma vez, a conexão ganha mais importância. O televisor é importante, mas o conteúdo, muito mais. O hóspede tem os canais de sua preferência, mas também os serviços prediletos de streaming, ou mesmo podcasts. É a oportunidade de faze-lo se sentir em casa, já que o modelo do colchão, o travesseiro e o tempero de comida, dificilmente vão bater com o que o hotel oferece.

É nesse ponto que cabe citar um case de sucesso, voltado para o capítulo da concorrência. Essas tecnologias são caras e, originalmente, projetadas para atender demandas pessoais, num contexto doméstico. É quando um outro lado da tecnologia tem de entrar em campo. O da eficiência, da reorganização dos recursos, por meio de projetos impregnados de inteligência e muita experiência profissional. A EiTV, então, aparece na cena.

A experiência, no caso, veio de um sistema que a EiTV desenvolveu para as Olimpíadas Rio 2016, ao lado de uma das maiores fabricantes de equipamentos audiovisuais do mundo. O sistema distribui sinal de TV – aberta ou a cabo – em muitas telas independentes. O usuário de cada tela pode escolher o canal que quiser, sem precisar de um set-top box no local. Para os hotéis, o custo de manutenção é muito menor. A conversão do sistema atual para o sistema da EiTV pode ser feita utilizando o mesmo cabeamento de RF que já está instalado no hotel. Esse é o lado da tecnologia que nunca pode ser esquecido: mais eficiência com menor custo.