SE QUISER, PODE CHAMAR DE CRISE


Pensa numa crise! Pois é, o segundo trimestre deste ano apresentou o pior resultado financeiro trimestral desde 1999. Estamos falando do mercado brasileiro de TI, que atingiu essa situação “trágica” ao crescer apenas 2,7%. Isso mesmo, cresceu, mas muito pouco para os padrões deste mercado. A pesquisa realizada pela Advance Consulting, no entanto, não traz apenas más notícias. No terceiro trimestre, o crescimento já saltou para 4,6%, em comparação com o mesmo período do ano passado.
Taí um setor que desafia até a lei da oferta e procura. Se comparar com as indústrias mais convencionais, como a de petróleo por exemplo, elas têm uma expectativa em torno do quanto pode crescer a demanda de um ano para outro, se vai ser necessário investir mais, ou menos. De certa forma, todos os bens disponíveis podem ser objeto de projeções desse tipo para planejamento dos negócios. Até que um dia uma inovação elimine a necessidade daquele produto, como aconteceu com as máquinas de escrever, com os carburadores de motores a explosão, com as centrais de recados via “bip”. Por sinal, todos eles superados por soluções de TI, dentre muitos outros.
O setor de TI, se é que tem uma matéria prima, só pode ser o bit. Nesse caso, a oferta é infinita. Quanto à demanda é impossível estimar, porque ninguém sabia que precisava tanto de LinkedIn, para citar um dos casos. É uma indústria onde a gente pensa que transforma algo, mas é ela que nos transforma, muito rapidamente. Por isso os modelos de negócios que envolvem esses produtos são diferentes, às vezes invertidos porque quem paga não é quem usa, ou ninguém paga nada, e por aí vai. Ela estabelece até parte do perfil das nações.

PONTO FINAL OU APENAS DE PASSAGEM

O segundo trimestre de 2016 teve outra marca negativa “história”, uma vez que no mundo da Tecnologia da Informação a história muda em muito pouco tempo. Também foi o primeiro, desde 1999, a registrar um percentual de empresas demitindo maior do que o percentual de empresas contratando. No trimestre seguinte, como já vimos, o resultado financeiro se recuperou. Mas a tendência de demissões continuou crescendo. E é aí onde se vê como essa indústria estabelece alguns perfis diferentes. O Brasil ainda é um país com perfil mais de revenda do que de produção de soluções. Por isso, os rumos que os produtores apontam, podem exigir profissionais com perfis diferentes. Ou podem ser comercializados mais diretamente, sem passar por revendas, como indicam algumas tendências.
Outra característica muito acentuada da indústria de TI fica evidente na pesquisa da Advance Consulting. A média de crescimento de 5,7% no resultado financeiro, observado em determinado período, levou em conta quedas superiores a 30%, registradas em 17% das empresas pesquisadas. Não foram poucas. Porém, do outro lado, 9% das empresas da amostragem tiveram crescimento acima de 30%. A comparação teve por base o período de janeiro a outubro, de 2016 sobre 2015. Essa lógica deve incluir o fato de que novas soluções têm o poder de arrasar, da noite para o dia, os bons negócios no mercado de TI e vice-versa.
Mesmo diante de tanta imprevisibilidade, as perspectivas de crescimento e de reação às dificuldades ficaram favoráveis a quem mais investiu em planejamento estratégico. É com base nesse esforço que se constrói uma carteira de ofertas mais competitiva. Para o próximo ano, a tendência de crescimento continuará favorecendo empresas de consultoria em TI e, principalmente, fornecedoras de produtos e serviços de computação em nuvem.

NUVENS, SINAL DE TEMPO BOM

Aqui neste nosso mundo as nuvens ficam lá em cima, vão pra lá e pra cá, formando bichinhos ou caretas. Elas carregam a ideia de “endereço indeterminado”, volume flexível, movimento constante. Por isso o nome cloud deve ter servido de referência lá no outro mundo, o digital, ou da Internet. Na prática, as nuvens digitais, acessíveis de qualquer ponto do planeta, fazem a alegria de mais e mais setores empresariais. E, ao mesmo tempo, propiciam um ganho brutal de energia na distribuição de conteúdos, no compartilhamento de soluções, de informações.
A EiTV CLOUD é uma solução “da casa” para gerir conteúdos de vídeo na nuvem. A escolha do vídeo vem do expertise da empresa nesse tipo de conteúdo e, principalmente, do potencial que o audiovisual oferece para todas as atividades empresariais – e até mesmo pessoais.
O marketing de qualquer empresa pode utilizar vídeo para vender ou para promover a qualidade de seus produtos. O treinamento então, nem se fala. Setores de desenvolvimento, de pós-venda, também encontram no vídeo uma ferramenta poderosa. A dificuldade era fazer chegar no endereço certo, na hora certa, com a configuração específica para cada grupo, com possibilidade de interatividade. Em tempos de dispositivos móveis, faltava apenas um meio para gerir tudo isso. É a EiTV CLOUD.
A experiência vivida nesses últimos anos com produtos e serviços de cloud computing faz da EiTV uma testemunha a mais para avalizar os dados da pesquisa em questão. O presente e o futuro estão nas nuvens.

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